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Ao (re)lermos a Lei n.º 153/2015, de 14 de setembro, que regula o acesso e o exercício da atividade dos peritos avaliadores de imóveis que prestem serviços a entidades do sistema sistema financeiro nacional, e os “Minimum Educational Requirements” do TEGoVA’s (The European Group of Valuers’ Association), somos, novamente, confrontados com os três níveis de conhecimento distintos que os avaliadores devem cumprir:

 

-compreensão (princípios da teoria económica, conhecimento especializado de economia para o setor imobiliário, negócios e finanças);

 

-conhecimento geral (marketing do setor imobiliário, eficiência energética, ambiente e proteção de recursos e ainda edifícios e construção);

 

-conhecimento profundo (legislação relevante para a propriedade, pratica profissional, standards de avaliação, politicas governamentais e uso da propriedade).

 

Definitivamente, a transversalidade de conhecimentos como condição para um bom suporte técnico.

 

Para garantir a conformidade com estas regras, os avaliadores devem suportar-se de todas as ferramentas que os possam ajudar na realização de um trabalho competente.

 

Sem dúvida que a página de “Temas atuais” da PWC (isso mesmo, a PricewaterhouseCoopers!) é uma dessas ferramentas.

 

Visitem, obrigatoriamente, a página http://www.pwc.pt/pt/temas-actuais.html.

 

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Destacamos, inevitavelmente, os dois documentos de inegável interesse para a gestão das cidades de Lisboa e Porto, para o seu turismo e, subsidiariamente, para os avaliadores de imóveis:

 

(Relatório desenvolvido pela PwC em parceria com a Urban Land Institute, é um dos mais reconhecidos estudos no setor imobiliário)

 

 

(compara os três principais indicadores dos hotéis, – Taxa de Ocupação, Rate Médio Diário (ADR) e Receita por Quarto Disponível (RevPAR) – em 19 das mais importantes cidades da Europa e apresenta previsões econométricas para 2016 e 2017)

 

Conforme demonstramos também nos nossos artigos “Cordeiros compele de lobo…” e “Uma publicação bem conseguida …”, temos de fazer a devida vénia às grandes casas, muitas vezes vistas, exclusivamente e erradamente, como predadoras.

 

De facto, têm um papel importante na informação ao mercado e também são transparentes.